sexta-feira, 9 de maio de 2014

Alimentos com Nutrientes Enriquecidos?




Pode-se enriquecer os alimentos com nutrientes, às vezes escassos e ou mesmo faltantes, em alimentos essenciais à sobrevivência, como por exemplo, a inserção do gene da castanha do Pará no feijão para que este passe a produzir o aminoácido metionina, de extrema importãncia em nossa vida.
Pode-se também obter um melhor balanceamento nos nutrientes de certos alimentos, pois sabemos, que, alguns tem mais, ou menos, o que permite uma dieta balanceada.
Pode-se também, subtrair algum componente do alimento, pois alguns organismos não são tolerantes à alguma substâncias. Como alguns alimentos tem por finalidade prevenir e evitar riscos de algumas doenças indesejáveis, pode-se modificar a sua genética para que os mesmos venham a produzir vacinas para evitá-las.
O ideal, seria reduzir ao máximo, ou mesmo, eliminar definitivamente o uso dos agrotóxicos, pois uma planta com pouco ou nenhuma carga disso, saudavelmente modificada,  é normalmente mais forte, mais resistente à insetos, secas, geadas, etc, o que fatalmente garantirá o aumento da produtividade, a estabilidade dos preços e a diminuição dos custos de produção, com uma lavoura mais produtiva e permanente, e, o que é mais importante, sem agressão ao meio ambiente. Mas ainda não é possível fazê-lo!

Por Lidio Pinho

Fonte:

sábado, 3 de maio de 2014

Transgênicos



Transgênicos (ou Organismos Geneticamente Modificados) são seres vivos criados em laboratório a partir de cruzamentos e técnicas genéticas (biotecnologia) que jamais aconteceriam na natureza.  A tecnologia da transgenia consiste em introduzir o gene de bactérias, fungos, vírus ou até mesmo de outros seres vivos no DNA da planta.
As pesquisas sobre transgênicos são baseadas em determinados fatores, tais como: riscos a saúde do consumidor, impactos no meio ambiente e as Leis de Biossegurança.
As pesquisas científicas já constatam danos à saúde tais como o aumento de alergias e a resistência a antibióticos, levando em conta que muitos alimentos transgênicos estão sendo liberados para consumo sem passar por uma rigorosa avaliação de riscos. As autorizações necessárias para a comercialização desses produtos acontecem com base nas informações obtidas pelos estudos feitos pelas próprias empresas que produzem esses alimentos, muitas vezes não executando testes mais rigorosos.
Em termos ambientais, já é notório que a produção de transgênicos afeta o bioma do local, pois podem aumentar a resistência das pragas e das ervas daninhas. Pode haver também o aumento das toxinas naturais encontradas na planta, que em quantidades maiores são prejudiciais ao meio ambiente.
As leis vigentes a cerca dos transgênicos são claras no que diz respeito ao poder de escolha do consumidor, ou seja, se um produto for geneticamente modificado isso deve constar no rótulo para que o consumidor possa optar pela compra dele ou não.

Existem também leis rigorosas para a importação e exportação desses produtos e essas leis têm como objetivo proteger a biodiversidade analisando os riscos de transporte, da manipulação e do uso dos produtos transgênicos.
Por Ricardo

Fonte:
http://rusp.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-99892011000200011&lng=pt&nrm=iso

sexta-feira, 2 de maio de 2014

A revolução genética



O estudo da genética deu origem a uma nova indústria muito lucrativa: a biotecnologia. Como o nome indica, ela funde a biologia e a tecnologia moderna por meio de técnicas como a engenharia genética. Algumas das novas companhias de biotecnologia se especializam em agricultura e trabalham intensamente para patentear sementes de alta produtividade, resistentes a doenças, secas e geadas, e que reduzem o uso de substâncias químicas perigosas. Se conseguissem atingir essas metas, haveria grandes benefícios. Mas alguns têm dúvidas em relação às plantações transgênicas.
Na natureza, a diversidade genética é criada dentro de certos limites. É possível fazer o cruzamento de uma rosa com outra espécie de rosa, mas não de uma rosa com uma batata. Por outro lado, a engenharia genética envolve transferir genes de uma espécie para outra na tentativa de obter uma peculiaridade ou característica desejada. Isso pode significar, por exemplo, pegar o gene que controla a produção de uma substância química anticongelante em um peixe do Ártico  e inseri-lo numa batata ou morango para torná-lo resistente ao frio. Atualmente é possível modificar a estrutura genética de plantas acrescentando genes tirados de bactérias, vírus, insetos, animais e até humanos. Basicamente, então, a biotecnologia permite que os humanos derrubem as barreiras que separam as espécies.
A habilidade de manipular a vida no nível genético é uma mina de ouro em potencial, de modo que prossegue a corrida para patentear novas sementes e outros organismos geneticamente modificados (OGMs). Enquanto isso, continua a todo vapor a extinção de espécies vegetais, a fim de evitar o pior, alguns governos e instituições particulares criaram bancos de sementes.

Por Fernando Nascimento

[Créditos]
Fundo: U.S. Department of Agriculture
Centro Internacional de Mejoramiento de Maíz y Trigo (CIMMYT)

Preocupações éticas



Além de possíveis riscos para a saúde pública e o meio ambiente, alguns acham que a manipulação genética das plantações e de outros organismos vivos levanta questões morais e éticas. A engenharia genética atravessa uma fronteira fundamental na manipulação que os humanos fazem no planeta, mudando a natureza da própria vida. Depois que consegue superar todos os limites biológicos, a pessoa começa a encarar as espécies como simples informações genéticas volúveis. Isso leva a um modo totalmente novo de avaliar não só a nossa relação com a natureza, mas também o modo como a usamos. Portanto, será que a vida tem um valor intrínseco ou apenas utilitário? Qual é a nossa obrigação em relação às gerações futuras? Qual é a nossa responsabilidade para com as criaturas com as quais coexistimos?
Transferir genes de espécies completamente diferentes nos introduz em domínios que pertencem a Deus e somente a ele. Contudo, não há indícios de que Deus desaprove a criação seletiva de animais e plantas, algo que tem ajudado o nosso planeta a sustentar os bilhões de pessoas que vivem nele. Só o tempo dirá se a biotecnologia moderna prejudicará o homem e o meio ambiente. Se de fato a biotecnologia estiver invadindo os domínios que pertencem a Deus, então ele pode, por amor e preocupação pela humanidade, reverter essa situação

Por Ricardo Santana

Fonte:
<https://www.ufmg.br/online/arquivos/anexos/Tese%20Lilian%20S%20Godoy%20Fonseca.pdf>
Acesso: 01/05/14 23:16h
“Ética e Filosofia da Biologia em Hans Jonas”. Leituras 2 - A Região dos Filósofos. SP: Loyola, 1996, pp. 229-244

Os alimentos transgênicos são seguros?



DEPENDENDO de onde você mora, talvez tenha comido alguns alimentos transgênicos no café da manhã, no almoço ou no jantar. Podem ter sido batatas que repelem insetos ou tomates que demoram para estragar depois de colhidos. De qualquer forma, o alimento ou o ingrediente transgênico talvez não seja especificado no rótulo e é difícil diferenciá-lo do seu equivalente natural pelo sabor.
Enquanto você lê este artigo, plantações transgênicas de soja, milho, colza e batata estão crescendo na Argentina, no Brasil, no Canadá, na China, nos Estados Unidos e no México. Segundo um relatório, “em 1998, 25% do milho, 38% da soja e 45% do algodão plantados nos Estados Unidos eram geneticamente alterados para tornar as safras mais resistentes a herbicidas ou para produzirem seus próprios pesticidas”. No fim de 1999, calculava-se que, no mundo todo, a área de cultivo comercial de plantas transgênicas era de 40 milhões de hectares, embora nem todas essas sejam plantas usadas como alimento.
Será que os alimentos transgênicos são seguros? Os alimentos transgênicos podem ser perigosos, indesejados e desnecessários.

Por Tiago

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-52732003000100011

TRANSGÊNICOS DO BRASIL


segunda-feira, 28 de abril de 2014

ALIMENTOS TRANSGÊNICOS, ENQUANTO HOUVER DÚVIDAS DEVERÃO SER EVITADOS!


Alimentos transgênicos é um tema muito polêmico, porém pouco divulgado no meio social. Se de um lado temos a indústria capitalista visando o lucro, o outro os prejuízos na saúde dos consumidores. Pouco se ouve falar desses alimentos na sociedade, as pessoas os consomem sem se quer questionar que tipo de alimento estar consumindo, se é um produto natural ou transgênico.
Os maiores fabricadores e consumidores de alimentos transgênicos estão em países em desenvolvimento, os chamados de segundo mundo. Será porque são países pobres, onde faltam alimentos naturais suficientes para suprir o povo? Ou porque a população e mal informada dos riscos dos transgênicos? A polêmica é grande e existem diversas teorias para quem defende ou critica essa técnica. Infelizmente vivemos em um país capitalista, onde o dinheiro e o poder valem mais que vidas. Então, mesmo que os produtos transgênicos causem mal a nossa saúde, será muito difícil combater esses grandes empresários, irão sempre procurar defender seus interesses, com teorias favoráveis, tentando convencer a sociedade. Mas não é o nosso caso, pois aqui no Brasil, o povo é desinformado, não existe a divulgação pelos meios educacionais, nem pela mídia, além do mais, sabemos que nossa politica eleitoreira é patrocinada por esses grandes empresários, então, aquele velho ditado “uma mão lava a outra”, país da corrupção.
No entanto, esses procedimentos envolvem vidas, é importante que todos fiquem informados dos perigos que os transgênicos podem provocar na saúde, com base em pesquisas comprovadas e verídicas. Pois não adianta proporcionar alimentos para todos, sendo que isso provocará um futuro comprometimento na saúde. No caso do Brasil, sabemos que o problema não é a falta de alimentos naturais, mas sim a má distribuição de renda, ou seja, uma politica publica ineficiente, pois condições naturais favoráveis a alimentação natural temos o suficiente.
O índice de câncer vem aumentando muito nas últimas décadas, e alguns pesquisadores associam aos produtos transgênicos, que acaba lotando o sistema de saúde para tratamento dessas pessoas. Se por um lado os defensores dizem resolver o problema da fome, por outro as pessoas estão morrendo por doenças provocadas por esses alimentos geneticamente modificados.
Segundo a bióloga Mariana Araguaia, diz que pelo menos até que mais estudos sejam feitos, até que melhorias na fiscalização sejam adotadas, e até argumentos e resultados consistentes relativos à segurança deste tipo de produtos sejam fornecidos, deveria ser considerado o “principio da precaução”. Citando como exemplo, segundo ela, foi a falta de precaução que permitiu que o mal da vaca louca pudesse também causar contaminações humanas, e que inúmeros bebês nasceram com deformidades devido ao uso da talidomina por suas mães durante a gestação.
Diante do exposto, seria uma atitude prudente nos precavermos, na tentativa de diminuir ao máximo os possíveis males futuros, identificando pacientemente os transgênicos, com intuito de evita-los o máximo possível, trocando esse similar duvidoso pelo produto natural.


Por: Andreia Rocha

<http://economia.uol.com.br/agronegocio/noticias/redacao/2014/02/14/brasil-tem-2-maior-cultivo-e-producao-de-transgenicos-que-mais-cresce.htm> Acesso: 03/05/14 16:43h