segunda-feira, 28 de abril de 2014

ALIMENTOS TRANSGÊNICOS, ENQUANTO HOUVER DÚVIDAS DEVERÃO SER EVITADOS!


Alimentos transgênicos é um tema muito polêmico, porém pouco divulgado no meio social. Se de um lado temos a indústria capitalista visando o lucro, o outro os prejuízos na saúde dos consumidores. Pouco se ouve falar desses alimentos na sociedade, as pessoas os consomem sem se quer questionar que tipo de alimento estar consumindo, se é um produto natural ou transgênico.
Os maiores fabricadores e consumidores de alimentos transgênicos estão em países em desenvolvimento, os chamados de segundo mundo. Será porque são países pobres, onde faltam alimentos naturais suficientes para suprir o povo? Ou porque a população e mal informada dos riscos dos transgênicos? A polêmica é grande e existem diversas teorias para quem defende ou critica essa técnica. Infelizmente vivemos em um país capitalista, onde o dinheiro e o poder valem mais que vidas. Então, mesmo que os produtos transgênicos causem mal a nossa saúde, será muito difícil combater esses grandes empresários, irão sempre procurar defender seus interesses, com teorias favoráveis, tentando convencer a sociedade. Mas não é o nosso caso, pois aqui no Brasil, o povo é desinformado, não existe a divulgação pelos meios educacionais, nem pela mídia, além do mais, sabemos que nossa politica eleitoreira é patrocinada por esses grandes empresários, então, aquele velho ditado “uma mão lava a outra”, país da corrupção.
No entanto, esses procedimentos envolvem vidas, é importante que todos fiquem informados dos perigos que os transgênicos podem provocar na saúde, com base em pesquisas comprovadas e verídicas. Pois não adianta proporcionar alimentos para todos, sendo que isso provocará um futuro comprometimento na saúde. No caso do Brasil, sabemos que o problema não é a falta de alimentos naturais, mas sim a má distribuição de renda, ou seja, uma politica publica ineficiente, pois condições naturais favoráveis a alimentação natural temos o suficiente.
O índice de câncer vem aumentando muito nas últimas décadas, e alguns pesquisadores associam aos produtos transgênicos, que acaba lotando o sistema de saúde para tratamento dessas pessoas. Se por um lado os defensores dizem resolver o problema da fome, por outro as pessoas estão morrendo por doenças provocadas por esses alimentos geneticamente modificados.
Segundo a bióloga Mariana Araguaia, diz que pelo menos até que mais estudos sejam feitos, até que melhorias na fiscalização sejam adotadas, e até argumentos e resultados consistentes relativos à segurança deste tipo de produtos sejam fornecidos, deveria ser considerado o “principio da precaução”. Citando como exemplo, segundo ela, foi a falta de precaução que permitiu que o mal da vaca louca pudesse também causar contaminações humanas, e que inúmeros bebês nasceram com deformidades devido ao uso da talidomina por suas mães durante a gestação.
Diante do exposto, seria uma atitude prudente nos precavermos, na tentativa de diminuir ao máximo os possíveis males futuros, identificando pacientemente os transgênicos, com intuito de evita-los o máximo possível, trocando esse similar duvidoso pelo produto natural.


Por: Andreia Rocha

<http://economia.uol.com.br/agronegocio/noticias/redacao/2014/02/14/brasil-tem-2-maior-cultivo-e-producao-de-transgenicos-que-mais-cresce.htm> Acesso: 03/05/14 16:43h

domingo, 27 de abril de 2014

A Biotecnologia




A biotecnologia avança a uma velocidade tão alucinante que nem as leis nem os órgãos de regulamentação conseguem acompanhá-la. Os pesquisadores não podem prever e evitar todas as conseqüências possíveis. Cada vez mais críticos avisam sobre os resultados inesperados que podem surgir, de graves dificuldades econômicas para os agricultores do mundo à degradação ambiental e ameaças à saúde humana. Pesquisadores alertam que não foram feitos testes a longo prazo e em larga escala para comprovar a segurança dos alimentos transgênicos. Mencionam-se vários perigos em potencial, como:

Reações alérgicas. Suponhamos que um certo gene produza uma proteína que cause reação alérgica. Se esse for parar no milho, por exemplo, pessoas alérgicas a certos alimentos ficarão expostas a perigos graves. As agências de controle de alimentos exigem que as empresas informem se o alimento transgênico contém proteínas problemáticas, mas alguns pesquisadores temem que alergênicos desconhecidos não sejam detectados.
Maior toxicidade. Alguns especialistas acreditam que modificações genéticas podem reforçar toxinas naturais das plantas de formas inesperadas. Quando um gene é ativado, além do efeito desejado, ele pode desencadear também a produção de toxinas naturais.
Resistência a antibióticos. Ao modificar a estrutura genética das plantas, os cientistas usam os chamados marcadores genéticos para determinar se o gene desejado foi inserido corretamente. Visto que a maioria dos marcadores gera resistência a antibióticos, os críticos temem que isso possa contribuir para agravar o problema da crescente resistência a antibióticos. Outros cientistas, porém, refutam essa afirmação dizendo que os marcadores são colocados geneticamente fora de ordem antes do uso, reduzindo assim seu perigo.
Surgimento de “superpragas”. Um dos grandes temores é de que as sementes ou o pólen das plantas transgênicas transfiram genes alterados para ervas daninhas da mesma família, criando “superpragas” resistentes a herbicidas.
Perigos para outros organismos. Em maio de 1999, pesquisadores da Universidade Cornell afirmaram que, após comerem folhas cobertas de pólen de milho transgênico, larvas de borboleta monarca adoeceram e morreram. Embora alguns questionem a validade desse estudo, ainda existem preocupações de que outras espécies sejam, sem querer, prejudicadas.

Pesticidas ineficazes. Das plantações transgênicas, algumas das mais bem-sucedidas são as que contêm um gene que produz uma proteína tóxica para insetos nocivos. Os biólogos alertam, porém, que expor as pragas à toxina produzida por esse gene pode ajudá-las a desenvolver resistência e tornar os pesticidas ineficazes.

Por Lídio
Fonte: Revista Despertai, g00 22/4

sexta-feira, 25 de abril de 2014

ALIMENTOS TRANSGÊNICOS E SEUS RISCOS




Alimentos transgênicos são alimentos modificados geneticamente com a alteração do código genético, isto é, é inserido no organismo genes proveniente de outro. Este procedimento pode ser feito até mesmo entre organismos de espécies diferentes (inserção de um gene de um vírus em uma planta), por exemplo. O procedimento pode ser realizado com plantas, animais e micro-organismos.
Essas modificações genéticas podem gerar riscos, destaca-se nesse sentido risco para a agricultura com aumento da dependência do agricultor das empresas transnacionais do setor. Além disso, existe o risco da contaminação podendo ocorrer por meio de insetos ou até mesmo por meio do vento.
O risco a saúde humana representa vários e graves os riscos potenciais. Entre eles a resistência a antibióticos desencadeada por genes existentes nas plantas transgênicas, o que é uma grande ameaça a saúde pública. Associado também a esse risco está o aumento das alergias, quando se insere um gene de um ser em outro, novo composto podem ser formados nesse organismo, se este organismo modificado geneticamente for um alimento, seu consumo pode provocar alergias em parcelas significativas da população, por causa dessas novas substâncias.

Há também um aumento das substâncias tóxicas. Existem plantas e micróbios que possuem substâncias tóxicas para se defender de seus inimigos naturais, os insetos, por exemplo. Na maioria das vezes, não fazem mal ao ser humano. No entanto, se o gene de uma dessas plantas ou de um desses micróbios for inserido em um alimento, é possível que o nível dessas toxinas aumente muito, causando mal às pessoas, aos insetos benéficos e aos outros animais.

BIOSSEGURANÇA




Biossegurança significa o uso sadio e sustentável em termos de meio ambiente de produtos biotecnológicos e suas aplicações para a saúde humana, biodiversidade e sustentabilidade ambiental, como suporte ao aumento da segurança alimentar global. Desta forma, normas adequadas de biossegurança, análise de riscos de produtos biotecnológicos, mecanismos e instrumentos de monitoramento e rastreabilidade são necessários para assegurar que não haverá danos à saúde humana e efeitos danosos ao meio ambiente. Os testes a serem realizados, os protocolos mais apropriados, os termos de referência, os instrumentos de fiscalização e monitoramento mais adequados estão sendo desenvolvidos e discutidos.


Por Fernando Nascimento